GESTAÇÃO
RPP
(Reestruturação Pós-parto)
O que é o RPP?
É uma técnica de reestruturação abdominal que tem como objetivo devolver a funcionalidade do corpo, essencialmente no pós-parto. É um grande aliado no tratamento da diástase, flacidez muscular e tissular.
Reunindo diferentes técnicas dentre elas o método de Gasquet, Mutu System e Low Pressure Fitness, onde todos estes tem um objetivo em comum: construir um corpo forte de dentro para fora.
Como assim Tati, de dentro pra fora?
Todas as técnicas citadas acima visam manter a saúde do assoalho pélvico, e hoje é impossível falar sobre CORE/abdômen e esquecer de citar o assoalho pélvico, afinal há uma conexão entre estes músculos e quando um grupo ou ambos estão disfuncionais, ou incompetentes que é o termo que utilizamos, haverá algum dano. Seja uma hérnia umbilical, discal, IUE e etc.
Todas as técnicas citadas acima visam manter a saúde do assoalho pélvico, e hoje é impossível falar sobre CORE/abdômen e esquecer de citar o assoalho pélvico, afinal há uma conexão entre estes músculos e quando um grupo ou ambos estão disfuncionais, ou incompetentes que é o termo que utilizamos, haverá algum dano. Seja uma hérnia umbilical, discal, IUE e etc.
É importante frisar aqui que o método não tem como objetivo “fechar diástase”, e sim reconstruir a funcionalidade de todas as estruturas envolvidas no processo.
Tratamento de diástase abdominal e abaulamento vai além da perspectiva estética do abdômen.
O RPP envolve:
- Neuroeducação respiratória (aqui literalmente o paciente aprende a respirar e ativar a musculatura corretamente, é a fase mais importante do método)
- Exercícios para a estabilização lombo-pélvica
- Exercícios de força para o CORE.
- Neuroeducação Postural.
Lembra que falei acima que a função principal do métodos era construir um corpo funcional?
Um dos objetivos do RPP é desenvolver o tônus abdominal e melhorar a administração da Pressão Intra-abdominal (PIA).
O Aumento significativo da PIA (Quando o paciente não consegue administrá-la) pode desencadear a incontinência urinária de esforço (IUE).
Então pega esse gancho: Abdômen incompetente > Aumento da PIA > Pode causar IUE.
IUE é a resposta fisiológica para um Assoalho Pélvico Incompetente. Você conseguiu perceber como o abdômen e assoalho pélvico estão conectados?
Todas as técnicas citadas acima visam manter a saúde do assoalho pélvico, e hoje é impossível falar sobre CORE/abdômen e esquecer de citar o assoalho pélvico, afinal há uma conexão entre estes músculos e quando um grupo ou ambos estão disfuncionais, ou incompetentes que é o termo que utilizamos, haverá algum dano. Seja uma hérnia umbilical, discal, IUE e etc.
É importante frisar aqui que o método não tem como objetivo “fechar diástase”, e sim reconstruir a funcionalidade de todas as estruturas envolvidas no processo.
Tratamento de diástase abdominal e abaulamento vai além da perspectiva estética do abdômen.
Como funciona o tratamento?
Realiza-se a avaliação e a partir daí inicia-se o protocolo que tem no mínimo duração de 12 semanas, cada fase do tratamento tem um tempo de duração, os encontros com o profissional acontece 1x/semana.
Após esse período realizasse-a a reavaliação e o paciente terá alta do protocolo ou não.
Já tive casos que precise estender o protocolo por mais 4 semanas. Afinal, todo corpo é diferente.
Os exercícios devem ser realizados diariamente, e não se engane, se você não fizer, eu saberei.
O RPP Substitui a Fisioterapia Pélvica? Não!
RPP só serve para mulheres no pós-parto? Não!
Apesar do nome, é um protocolo que funciona para vários grupos, claro que há exceções, aqui em casa meu marido faz, ele tem diástase e já colhe alguns frutos dessa incompetência abdominal. Assim como também aplico com minhas alunas que passaram por cirurgia plástica corretivas para diástase. Aproveito para frisar que nenhuma cirurgia abdominal reparadora devolve a funcionalidade da musculatura. Como dizia Joseph Pilates: “Antes de tudo aprenda a respirar corretamente”. Eis uma das bases do RPP.